Eu, não nasci dia primeiro de janeiro, então, pro meu corpo, pro meu espírito, dia 1 de janeiro tem festa, todo mundo sejoga, até penso no que mudei ou não no ano passado, faço planos, e tudo mais, mas não me sinto em mudança ou encarando uma coisa nova, não mesmo. Nestes dias do primeiro mês de agosto, tenho estado estranha comigo mesma, pedi um tempo de uma semana com meu namorado, dei uma semana sem falar com a família, dei-me uma semana sem me pesar na balança, arrumei todos os armários do meu quarto, joguei mt coisa fora, não quero mais, não sei porque. Senti-me tão estranha e seletiva que pensei estar ficando louca, me vi mudando coisas de lugar, me vi selecionando em uma semana o que de fato era importante ou não levar pro ano que vem. Ano que vem?
É, o ano que me vem. Eu nasci dia 10 de agosto, pro meu corpo, pra minha alma, meu ano novo, na minha vida, inicia-se agora. Agora, vou ter mais um ano, na MINHA vida, pra ver o que quero ou o que não quero, ver o que levo ou não levo, ver o que errei e o que aprendi, me sinto em véspera de ano novo, pra mim, mais um, eu tive 22 anos, ano por ano, separado por uma idade, separado por acontecimentos, por mudanças, eu tive vinte e dois anos pra aprender a lidar com o próximo, e então, esta história de inferno astral quer dizer aquele estresse todo que passamos no final do ano tentando crer em coisas novas sendo que elas são as mesmas, inferno astral é o tempo em que, sem perceber, meu sub consciente se sente em mudança, isso é difícil, quando não se tem claro o que está acontecendo.
O que está acontecendo, é que estou prestes a ganhar mais um ano da vida, da minha vida, estou prestes a ter mais 365 dias pra me divertir, aprender e adquirir coisas, não é uma data que se ganha presentes, é uma data que se quer estar presente, dentro si. Para ano que vem, este ano, o de número 23 pra mim,seja novo. Feliz ano novo pra mim, nada de feliz aniversário.
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
"Morte ou medo?"
Me dei conta que de tinha o nome dele junto do meu escrito em giz de cera na parede no meu quarto. Tinha um espaço no meu quarda roupas com as roupas dele. No armário do meu banheiro, há a escova de dente dele, a pasta de dente que ele prefere também. Há a toalha dele junto da minha. Tem um travesseiro com o cheiro dele na minha cama. Junto dos meus lindos sapatos há um tênis all star preto de couro. Dele. Comecei a perceber que junto disso nos meus planos de dia dos namorados tudo inclue ele. Junto desta data há também planos com ele no meu aniversário. No natal. Nas férias. Na formatura que falta mais ou menos cinco anos pra acontecer ele está junto dos planos também. No meu cotidiano ele está hà todos os momentos. No meu futuro sem querer ele está. Olhando famílias juntas em dia de inverno ele está nos meus planos também.
Junto de tudo isso que me dei conta, quem mais me deu conta dos sentimentos que senti foi um tal de medo. Medo dele sair da minha vida. Medo de ter de apagar os escritos na parede pintando-as denovo. Um trabalhão pro coração. Tirar as roupas dele do armário. Ficará vazio ali? No meu banheiro as coisas dele eu tiro, mas a sensação vai ficar ali um tempo. Ele pode tirar os tênis da minha coleção de sapato, eu compro outro pra colocar no espaço vazio. Mas duvido que a minha emoção de um sapato novo na estante vai ser a mesma. Terei de fazer todos os planos novamente. Sozinha. Porque não? Se até conhecer ele eu nunca imaginei alguém do meu lado tanto tempo assim.
O problema é que penso em parar de fazer planos. Penso em não deixar mais ele ocupar todos os espaços da minha casa, da minha alma, da minha cama. Tenho medo agora. Agora mesmo neste momento, tenho medo de sofrer no futuro. Penso em tirar as roupas já dali. Em pedir que leve a escova de dente dele dali e a traga somente quando vier dormir aqui. Quase quatro dias por semana. Penso em não ouvirmos mais músicas juntos, senão quando isso acabar nunca mais vou ouvir música novamente. Na verdade, se fizermos tudo isso, nos distanciaremos, e se nos distanciarmos, certamente nos amaremos menos, e nos amando menos poderemos terminar mais cedo do que o nem previsto. O que fazer então, viver sem pensar no medo e sofrer como se morressemos depois, ou viver morto por medo da morte no amor?
Junto de tudo isso que me dei conta, quem mais me deu conta dos sentimentos que senti foi um tal de medo. Medo dele sair da minha vida. Medo de ter de apagar os escritos na parede pintando-as denovo. Um trabalhão pro coração. Tirar as roupas dele do armário. Ficará vazio ali? No meu banheiro as coisas dele eu tiro, mas a sensação vai ficar ali um tempo. Ele pode tirar os tênis da minha coleção de sapato, eu compro outro pra colocar no espaço vazio. Mas duvido que a minha emoção de um sapato novo na estante vai ser a mesma. Terei de fazer todos os planos novamente. Sozinha. Porque não? Se até conhecer ele eu nunca imaginei alguém do meu lado tanto tempo assim.
O problema é que penso em parar de fazer planos. Penso em não deixar mais ele ocupar todos os espaços da minha casa, da minha alma, da minha cama. Tenho medo agora. Agora mesmo neste momento, tenho medo de sofrer no futuro. Penso em tirar as roupas já dali. Em pedir que leve a escova de dente dele dali e a traga somente quando vier dormir aqui. Quase quatro dias por semana. Penso em não ouvirmos mais músicas juntos, senão quando isso acabar nunca mais vou ouvir música novamente. Na verdade, se fizermos tudo isso, nos distanciaremos, e se nos distanciarmos, certamente nos amaremos menos, e nos amando menos poderemos terminar mais cedo do que o nem previsto. O que fazer então, viver sem pensar no medo e sofrer como se morressemos depois, ou viver morto por medo da morte no amor?
segunda-feira, 27 de julho de 2009
"Entrevista de (des)emprego."
(Ela com voz gauchesca arraaaaaaaaaaaastaaaaaaaaada )
-Olá Carolina, meu nome é Matilde tah, e eu vou fazer a entrevista contigo ok?
- Ok. (né)
-Tu sabe como funciona a Informatizada , conhece alguém que estuda ou já estudou aqui?
( Pausa dramática...)
-Não...(não eu não moro na santo afonso.)
-Então Carolina, eu vi aqui que tu teve teus ultimos trabalhos envolvidos com vendas. Como foi isso pra ti?
-Olha, foram bons, foram os empregos que eu consegui.
-Ahããããm...E qual deles que ti fez mais feliz, que ti deu mais dinheiro?
-O que me deu mais dinheiro foi um e que me fez mais feliz foi outro. (se bem que eu nunca fui feliz com vendas muito menos com telemarketing incomodando pessoas em casa, muito menos com a ong que era só pra sustentar meu patrão metido a rico, e na óptica vender óculos escuros no inverno era difícil, mas enfim...)
-Ahããããm..e como tu lida com metas?
-Vocês me pagam pra trabalhar, em troca eu faço o que vocês mandarem, sejam metas ou o que for.
-Ahããããm, então, tu rebece 50 ligações para fazer, digamos assim, daí tu fica, as folhas são verdes, o céu é azul, ai meu cachorro (e eu me perguntando onde ela quer chegar e o que ela está me dizendo?), ai minha mãe, meu namordado, e não liga pra ninguém e não bate a meta, ou tu liga, mas chegam três clientes que tu tem que atender e não bate a meta porque estava ocupada, entende?
-Sim sim, entendi. (Credo, gente, onde eu estou.)
-Tu viste que aqui é uma empresa padrão ok?
-Sim. (sim eu vi, todas as meninas com cabelos iguais, maquiadas e com mules de cetim roxo, e claro, com uma aliança no dedo esquerdo)
-Como tu reage em ter que seguir este padrão?
-Bem. Não me importo em usar uniformes. (mas não vou me casar cedo ou usar mules coloridas ou roxas sendo que o uniforme é laranja ok?)
-Aham, e em relação aos teus piercings, tu ti importaria de tirar? Principalmente o da língua, que dificulta entender o que tu diz.
-Bom, eu fiz fonoaudióloga durante três anos quando fiz técinica vocal, e tenho o piercing à 8 anos, não creio que ele dificulte a minha fala, mas tiro durante o trabalho sim.
-Aham, e em relação ao teu cabelo, tu pode soltar pra eu ver como ele fica?
(eu solto o cabelo, meio sorrindo não acreditando nisso...)
-Ah...mas Carolina, é muito pior solto...tu poderia cortá-lo se fosse necessário?
-Não. Não vejo mal nenhum em amarrálo, todas estão de cabelo amarrado.
-É mas este teu rabo é meio estranho né, sabe como é, eu não me importo mas as pessoas que vem a uma empresa padrão como esta (opa, estamos falando da Informatizada?) vão pensar "Olha ela é dos mano, das mina".
(O QUE?Mas tu é totalmente sem noção!!! Mulher!!!)
-Olha, eu não sei como tu podes pensar isso de mim sendo que eu estou de terno, calça social, salto alto, maquiada e com uma PÉROLA NA ORELHA, uma "mina" não usaria isso, certo?
-Sim, a gente entende mas as pessoas que vem aqui não.
(é verdade, as pessoas da santo afonso, vila marte que vem aqui achando que fazer informatica vai ajudar na vida delas realmente são padrão e eu tenho que deixar de ser quem sou pra poder atender estas pessoas.)
Tah gente, eu perdi a vaga, claro. No outro dia que eu tinha outra entrevista com o gerente, eu fui com um casaco preto, ela me viu e disse "-opa! Hoje tu veio meio dark. (que?). Não pode-se ser sincero pra adquirir um emprego e muito menos inteligente. É isso?
-Olá Carolina, meu nome é Matilde tah, e eu vou fazer a entrevista contigo ok?
- Ok. (né)
-Tu sabe como funciona a Informatizada , conhece alguém que estuda ou já estudou aqui?
( Pausa dramática...)
-Não...(não eu não moro na santo afonso.)
-Então Carolina, eu vi aqui que tu teve teus ultimos trabalhos envolvidos com vendas. Como foi isso pra ti?
-Olha, foram bons, foram os empregos que eu consegui.
-Ahããããm...E qual deles que ti fez mais feliz, que ti deu mais dinheiro?
-O que me deu mais dinheiro foi um e que me fez mais feliz foi outro. (se bem que eu nunca fui feliz com vendas muito menos com telemarketing incomodando pessoas em casa, muito menos com a ong que era só pra sustentar meu patrão metido a rico, e na óptica vender óculos escuros no inverno era difícil, mas enfim...)
-Ahããããm..e como tu lida com metas?
-Vocês me pagam pra trabalhar, em troca eu faço o que vocês mandarem, sejam metas ou o que for.
-Ahããããm, então, tu rebece 50 ligações para fazer, digamos assim, daí tu fica, as folhas são verdes, o céu é azul, ai meu cachorro (e eu me perguntando onde ela quer chegar e o que ela está me dizendo?), ai minha mãe, meu namordado, e não liga pra ninguém e não bate a meta, ou tu liga, mas chegam três clientes que tu tem que atender e não bate a meta porque estava ocupada, entende?
-Sim sim, entendi. (Credo, gente, onde eu estou.)
-Tu viste que aqui é uma empresa padrão ok?
-Sim. (sim eu vi, todas as meninas com cabelos iguais, maquiadas e com mules de cetim roxo, e claro, com uma aliança no dedo esquerdo)
-Como tu reage em ter que seguir este padrão?
-Bem. Não me importo em usar uniformes. (mas não vou me casar cedo ou usar mules coloridas ou roxas sendo que o uniforme é laranja ok?)
-Aham, e em relação aos teus piercings, tu ti importaria de tirar? Principalmente o da língua, que dificulta entender o que tu diz.
-Bom, eu fiz fonoaudióloga durante três anos quando fiz técinica vocal, e tenho o piercing à 8 anos, não creio que ele dificulte a minha fala, mas tiro durante o trabalho sim.
-Aham, e em relação ao teu cabelo, tu pode soltar pra eu ver como ele fica?
(eu solto o cabelo, meio sorrindo não acreditando nisso...)
-Ah...mas Carolina, é muito pior solto...tu poderia cortá-lo se fosse necessário?
-Não. Não vejo mal nenhum em amarrálo, todas estão de cabelo amarrado.
-É mas este teu rabo é meio estranho né, sabe como é, eu não me importo mas as pessoas que vem a uma empresa padrão como esta (opa, estamos falando da Informatizada?) vão pensar "Olha ela é dos mano, das mina".
(O QUE?Mas tu é totalmente sem noção!!! Mulher!!!)
-Olha, eu não sei como tu podes pensar isso de mim sendo que eu estou de terno, calça social, salto alto, maquiada e com uma PÉROLA NA ORELHA, uma "mina" não usaria isso, certo?
-Sim, a gente entende mas as pessoas que vem aqui não.
(é verdade, as pessoas da santo afonso, vila marte que vem aqui achando que fazer informatica vai ajudar na vida delas realmente são padrão e eu tenho que deixar de ser quem sou pra poder atender estas pessoas.)
Tah gente, eu perdi a vaga, claro. No outro dia que eu tinha outra entrevista com o gerente, eu fui com um casaco preto, ela me viu e disse "-opa! Hoje tu veio meio dark. (que?). Não pode-se ser sincero pra adquirir um emprego e muito menos inteligente. É isso?
quarta-feira, 15 de julho de 2009
"Defeito.Tu tem?"
Volto na van da uni cheia de gente que nem sei quem são. Nem sei mesmo. Sei onde moram e tal, sei até o que fazem na facul, mas não sei como pensam, como são em sociedade e como são consigo. Tento puxar papo com alguns meninos. Meninos não competem. Meninos são legais.
Porém, há uma menina a qual eu não gosto. Eu. Como eu posso dizer que não gosto de alguém? Penso e penso que eu nã tenho direito algum de não gostar de alguém que me é indiferente na vida. E se de fato eu não gosto, então deveria eu me sentir indiferente, do tipo nem pensar, nem ver, nem perceber. E se me incomoda, algum problema tenho eu, não? Mas não, uma das meninas é amargamente destetável pra mim. Depois de dias me perguntando o porquê de me sentir assim com aquela tal, pensando que eu não poderia me sentir assim de graça. Analisei todas as coisas que me incomodavam. Comecei afirmando que era a voz, que é fina e estridente. Depois coloquei a culpa no cabelo, comprido, sem corte nenhum, absolutamente sem graça. Depois que ouvi ela dizendo "meu marido", coloquei a culpa no fato de que ela era nova e era casada então era burra. Fora que sim, ela é estúpida com as pessoas e está sempre de mal humor, mas nunca comigo.
Mas não, nada disso... Pensando e pensando o porquê de eu me incomodar, cheguei a conclusão de que detestava ela exclusivamente por tudo o que eu disse ali em cima, não fazer diferença nenhuma entre as pessoas que gostam dela. Enquanto eu cuido do meu cabelo, cuido da voz, sou querida mesmo quando estou ´puta, e faço um esforço danado pra ser legal, ela é daquele jeito ali, desleixada e todo mundo gosta dela, e isso irritava a mim, pra mim. Nada a ver com a coitada.
Defeito nada mais é do que uma qualidade que o outro mostra, (sem se preocupar), enquanto tu te esforças pra esconder, achando que pode modificar a tua impressão com a sociedade, a pessoa ali vive normalmente sendo quem é e nem precisou ter tantas preocupações como você. Ela não tem defeitos, eu que tenho o defeito de achar que devemos nos modificar pra agradar os demais.
Porém, há uma menina a qual eu não gosto. Eu. Como eu posso dizer que não gosto de alguém? Penso e penso que eu nã tenho direito algum de não gostar de alguém que me é indiferente na vida. E se de fato eu não gosto, então deveria eu me sentir indiferente, do tipo nem pensar, nem ver, nem perceber. E se me incomoda, algum problema tenho eu, não? Mas não, uma das meninas é amargamente destetável pra mim. Depois de dias me perguntando o porquê de me sentir assim com aquela tal, pensando que eu não poderia me sentir assim de graça. Analisei todas as coisas que me incomodavam. Comecei afirmando que era a voz, que é fina e estridente. Depois coloquei a culpa no cabelo, comprido, sem corte nenhum, absolutamente sem graça. Depois que ouvi ela dizendo "meu marido", coloquei a culpa no fato de que ela era nova e era casada então era burra. Fora que sim, ela é estúpida com as pessoas e está sempre de mal humor, mas nunca comigo.
Mas não, nada disso... Pensando e pensando o porquê de eu me incomodar, cheguei a conclusão de que detestava ela exclusivamente por tudo o que eu disse ali em cima, não fazer diferença nenhuma entre as pessoas que gostam dela. Enquanto eu cuido do meu cabelo, cuido da voz, sou querida mesmo quando estou ´puta, e faço um esforço danado pra ser legal, ela é daquele jeito ali, desleixada e todo mundo gosta dela, e isso irritava a mim, pra mim. Nada a ver com a coitada.
Defeito nada mais é do que uma qualidade que o outro mostra, (sem se preocupar), enquanto tu te esforças pra esconder, achando que pode modificar a tua impressão com a sociedade, a pessoa ali vive normalmente sendo quem é e nem precisou ter tantas preocupações como você. Ela não tem defeitos, eu que tenho o defeito de achar que devemos nos modificar pra agradar os demais.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
"Ideais e Amor."

Eu meio que não acredito em amor. Quando se trata de namoro.Muito menos amor a primeira vista. Acredito que amor é uma coisa a ser construída. Uma coisa que com o tempo se cria, e vem depois de muita troca, compreensão, ajuda, acolhimento, divertimento e o principal, convivência sem grandes conflitos. Ora pois que vejo meninas apaixonadas, isso sim, nisso eu acredito. Acredito em paixão a primeira vista, ora que pra mim paixão nada mais significa que tesão colocado de uma forma mais delicada.
Volta e meia me aparece uma colega de 17 anos, que diz amar seu namorado o qual está com ela a três meses, e eu pergunto o porque de ela achar que ama ele. Eu invento de perguntar coisas ás vezes que eu não sei o que eu quero com isso. Sinceramente. Daí ela me responde,
:" -ai, quando eu vi ele na primeira vez, tu tinha que ver, ele tocava violão, uma música linda, sabia tocar muito bem, ele lê bons livros, ele é inteligente, desenvolto, enfim, ai eu amo ele.".
Aham cláudia, senta lá.O que ela ama? Quem ela "acha" que ele é. Sim, só pode. As pessoas tem mania de idealizar o objeto de amor para verificar que são amáveis aos olhos de seus próprios ideais.
Volta e meia me aparece uma colega de 17 anos, que diz amar seu namorado o qual está com ela a três meses, e eu pergunto o porque de ela achar que ama ele. Eu invento de perguntar coisas ás vezes que eu não sei o que eu quero com isso. Sinceramente. Daí ela me responde,
:" -ai, quando eu vi ele na primeira vez, tu tinha que ver, ele tocava violão, uma música linda, sabia tocar muito bem, ele lê bons livros, ele é inteligente, desenvolto, enfim, ai eu amo ele.".
Aham cláudia, senta lá.O que ela ama? Quem ela "acha" que ele é. Sim, só pode. As pessoas tem mania de idealizar o objeto de amor para verificar que são amáveis aos olhos de seus próprios ideais.
segunda-feira, 15 de junho de 2009
"Um bom livro, um bom ser humano pra ser."
Eu faço psicologia. Meu namorado faz psicologia também. Ele no sétimo semestre, eu no primeiro. Eu sou fissurada pelo curso e, aproveito tudo o que ele tem a me dizer e tudo o que ele aprende, escuto com fervor. Pois um dia me aparece ele com um capítulo de livro, xerocado, na mão, me estende e diz "aqui, o autor descreve um terapeuta ideal, e na verdade, ti dou isso, porque ele praticamente ti descreve". Imaginem a minha alegria, eu, recém entrando nos estudos de psicologia, saber por meio de Contardo Caligares juntamente com meu namorado, que, eu, Carolinda comum Menezes, sirvo pra tal feito tão bem o quanto julgo que tem de ser sacerdócio pra exercer tal função nas vidas alheias.
Pois vejamos o que o tal Caligares, em seu livro "Cartas a um jovem terapeuta" diz; ele começa contando uma história sobre seu pai, médico, que recebia muitas flores, presentes, de seus pacientes, ora pois que , o psicólogo, não ganha presentes, e diz que o mesmo, não deve exercer a profissão querendo gratidão social, gratidão do paciente, pois quando tudo dá certo, é com muita alegria que o paciente vai embora. E o que se deve querer de fato, é fazer o outro feliz, sem querer nada em troca. Fala ele que o futuro terapeuta, deve ter um gosto pela palavra, e um carinho espontâneo pelas pessoas, por diferentes que sejam. Bater um papo com moradores de rua, deixa-los falar, falar, e ouvir, mesmo que o texto vire desconexo, que ele não desnprenda a sua atenção, e que muito menos você se enoje de ele passar a mão encardida em você. Fala sobre obtermos uma curiosidade extrema pela variedade de experiência humana, sem o minimo de preconceitos. Você pode ter e até deve, uma religião, algo o qual acredite, mas não pode fazer dele regra, a todos. Outro fator importante, é preciso sim, ter sofrimento psiquico, através do mesmo, sabemos como lidamos, como reagimos em certas situações, aprendemos com a dor. É preciso não ser nada certinho, experimentar de tudo na vida, de emoções, viagens, tudo, porque ter uma quilometragem de experiencia, ajuda a entender o proximo.
Enfim gente, lendo isso fiquei pasma, não por me julgarem ter estes atributos tão lindos como qualidades, mas por achar que estes atributos, deveriam ter todos, todos os seres humanos. O fato de ser humano, ser humanitário, se preocupar com todos, sem querer nada em troca, sem ser o bem. Claro que um psicologo deve ter tudo isso mesmo, ajuda muito, mas se pensarmos bem, e se todos tivessem estes atributos?E daí me lembro de uma frase que li num livro que dei a um ser humano que amo, que dizia o seguinte "-minha religião é muito simples, minha religião é a bondade" esta era a fé do coração., 14* Dalai Lama.
Pois vejamos o que o tal Caligares, em seu livro "Cartas a um jovem terapeuta" diz; ele começa contando uma história sobre seu pai, médico, que recebia muitas flores, presentes, de seus pacientes, ora pois que , o psicólogo, não ganha presentes, e diz que o mesmo, não deve exercer a profissão querendo gratidão social, gratidão do paciente, pois quando tudo dá certo, é com muita alegria que o paciente vai embora. E o que se deve querer de fato, é fazer o outro feliz, sem querer nada em troca. Fala ele que o futuro terapeuta, deve ter um gosto pela palavra, e um carinho espontâneo pelas pessoas, por diferentes que sejam. Bater um papo com moradores de rua, deixa-los falar, falar, e ouvir, mesmo que o texto vire desconexo, que ele não desnprenda a sua atenção, e que muito menos você se enoje de ele passar a mão encardida em você. Fala sobre obtermos uma curiosidade extrema pela variedade de experiência humana, sem o minimo de preconceitos. Você pode ter e até deve, uma religião, algo o qual acredite, mas não pode fazer dele regra, a todos. Outro fator importante, é preciso sim, ter sofrimento psiquico, através do mesmo, sabemos como lidamos, como reagimos em certas situações, aprendemos com a dor. É preciso não ser nada certinho, experimentar de tudo na vida, de emoções, viagens, tudo, porque ter uma quilometragem de experiencia, ajuda a entender o proximo.
Enfim gente, lendo isso fiquei pasma, não por me julgarem ter estes atributos tão lindos como qualidades, mas por achar que estes atributos, deveriam ter todos, todos os seres humanos. O fato de ser humano, ser humanitário, se preocupar com todos, sem querer nada em troca, sem ser o bem. Claro que um psicologo deve ter tudo isso mesmo, ajuda muito, mas se pensarmos bem, e se todos tivessem estes atributos?E daí me lembro de uma frase que li num livro que dei a um ser humano que amo, que dizia o seguinte "-minha religião é muito simples, minha religião é a bondade" esta era a fé do coração., 14* Dalai Lama.

sexta-feira, 22 de maio de 2009
"Sofrimento psíquico"

É mais raro quem apresenta catexias como sintomas físicos procurar um psicólogo do que aquele que está passando por um sofrimento psíquico, visando também que o próprio sintoma físico, chama mais atenção quando o mesmo causa sofrimento ao paciente.
Em toda a nossa vida, criamos expectativas diárias, de vida, de relacionamento e etc, quando não atingidas as expectativas, a tendência é sentir-se decepcionado. Há quem projete esta decepção no externo, colocando a culpa do "não acontecimento" esperado, em alguém, ou em algum fato definido, e há aqueles que se "culpam" pela decepção.Há aqueles que projetam ao externo, negando a dor da decepção, (levando em conta que é mais fácil apontar problemas e defeitos no extreno, do que observar que nós mesmos nos causamos o que sentimos, porque desta maneira, observando em nós o problema, cavamos muitos outros os quais somente nós mesmos podemos resolver). E há, aqueles que projetam no interno e se culpam, e que se acham insconscientemente incapazes de relutar, resolver o que sente com a decepção, e fica triste, somente isso. Não muda, não pensa no erro e nem nada.
De uma maneira ou de outra, o sofrimento psiquico não nos é estranho, sendo que quando nascemos sofremos, na castração sofremos, e apartir disto, aprendemos ou não a lidar com este incômodo sentimento. O melhor remédio, ou a saída mais fácil, é aceitar o sofrimento, perceber da onde vem, como e porquê, com qual força, e o que se pode fazer para evitá-lo ou, superá-lo sem cicatrizes . O psicólogo ajuda. Ele não dá as respostas , mas dá o questionamento necessário para que o paciente encontre o caminho de onde vem seu sofrimento e o porque dele se manifestar , e ajuda o mesmo a entender-se para poder resolver o que sente.
Em toda a nossa vida, criamos expectativas diárias, de vida, de relacionamento e etc, quando não atingidas as expectativas, a tendência é sentir-se decepcionado. Há quem projete esta decepção no externo, colocando a culpa do "não acontecimento" esperado, em alguém, ou em algum fato definido, e há aqueles que se "culpam" pela decepção.Há aqueles que projetam ao externo, negando a dor da decepção, (levando em conta que é mais fácil apontar problemas e defeitos no extreno, do que observar que nós mesmos nos causamos o que sentimos, porque desta maneira, observando em nós o problema, cavamos muitos outros os quais somente nós mesmos podemos resolver). E há, aqueles que projetam no interno e se culpam, e que se acham insconscientemente incapazes de relutar, resolver o que sente com a decepção, e fica triste, somente isso. Não muda, não pensa no erro e nem nada.
De uma maneira ou de outra, o sofrimento psiquico não nos é estranho, sendo que quando nascemos sofremos, na castração sofremos, e apartir disto, aprendemos ou não a lidar com este incômodo sentimento. O melhor remédio, ou a saída mais fácil, é aceitar o sofrimento, perceber da onde vem, como e porquê, com qual força, e o que se pode fazer para evitá-lo ou, superá-lo sem cicatrizes . O psicólogo ajuda. Ele não dá as respostas , mas dá o questionamento necessário para que o paciente encontre o caminho de onde vem seu sofrimento e o porque dele se manifestar , e ajuda o mesmo a entender-se para poder resolver o que sente.
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